segunda-feira, abril 02, 2007

Que assim seja!

"Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, mas a falta de habilidade para tolerar. Quanto mais forte você é, menos você será perturbado por adversidades ou oposição. Assim como o oceano absorve tudo que vem até ele, aquele que é forte aceita tranqüilamente os altos e baixos da vida. É dito que os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios. Da mesma forma, violência é o instrumento daqueles que estão vazios internamente. Aqueles que absorveram a essência da espiritualidade nunca usarão a violência, porque eles sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força."


Falta o autor. Quem sabe eu consigo descobrir qq dia...

terça-feira, março 27, 2007

Tergiversando após a Alma Imoral

Se está errado
Ou certo
Não importa.

Há sempre dois lados
Na conversa
E uma só saída.

Pegue sua placa
E me siga.


p.s. A Alma Imoral. Peça de Clarice Niskier sobre livro do rabino Nilton Bonder, de mesmo nome. Vi a peça. Não li o livro. Mas recomendo os dois.
p.s.2: tergiversação é fazer rodeios, usar evasivas, e não fazer versos evasivos sobre alguma coisa...rsrsrs (just in case eu tenha suscitado alguma má interpretação).

domingo, março 25, 2007

A troco de nada?

Quantas vezes a gente acredita em algo, acredita que a nossa vontade, o nosso bom humor, os nossos pensamentos positivos vão dar em alguma coisa e, no fim, nada acontece nessa direção?

Acho que já perdi a conta de quantas vezes meu esforço deu em nada. Mas, afinal de contas, o que seria da vida humana, se a cada vez a gente não voltasse a acreditar? Como se nada tivesse dado errado antes, com a mesma fé no que é possível ou impossível, estamos sempre apostando as fichas no que é imprevisível, certos de que a nossa alegria, a nossa crença, a nossa motivação e a nossa coragem virarão o jogo a nosso favor.

Se vai acontecer ou não, nunca sabemos ao certo. Mas quem prefere esperar a derrota em vez da vitória, a cada batalha perdida, deve ter muitas dificuldades pra ser feliz ao longo da vida, creio eu.
Eu penso que não vale desperdiçar os momentos de alegria e fé com pessimismo e amargura, não vale deixar correr soltos aqueles pensamentos soturnos que de vez em quando aparecem no fundo da mente. Simplesmente não vale.

A vida é um jogo aberto, onde tudo pode acontecer. Estar aberto para isso é a parte importante da história. Trabalhar o que vem, curtir, aprender com isso, é o que podemos fazer. E, em última instância (eu diria) é o que é, na verdade, viver.

A word is dead
When it is said,
Some say.

I say
It just begins to live
That day.

Emily Dickinson


segunda-feira, março 12, 2007

Observação inútil

Incrível como com amor a nossa vida fica sempre bem mais feliz, né? Apesar de todo o stress...

terça-feira, março 06, 2007

Faxina

Sabe que adorei a faxina aqui do blog? Até me animou a passar por aqui de novo. Estou lambendo a cria.
De vez em quando é bom dar uma renovada. Dá um fôlego novo, uma motivação que vem não-sei-de-onde.
Eu agora ando fazendo propaganda do trabalho. Não só por ser meu ganha-pão, mas por acreditar no que faço.
Quem quiser conhecer, basta clicar em www.telelistas.net e descobrir que tem gente que faz um site cheio de coisas úteis e boas. Informações sobre empresas e pessoas de todo Brasil, mapas, busca de cep, promoções. A gente trabalha tanto e vê que as pessoas conhecem tão pouco... só por isso estou usando este espaço pessoal para fazer um pouquinho de propaganda.
Afinal, o que eu faço também faz parte do que eu sou.

Ou não?

Poeira

Nossa, quanta poeira neste blog!
Fuuuuuuuuuuuuu! Fuuuuuuuuuuuu! (isso sou eu soprando)
Hoje é um dia em que precisava vir até aqui ver como andavam as coisas. Está tudo quieto, quente, abafado, como se o vento da mudança estivesse pra soprar a qualquer minuto.
Na verdade, ele já andou soprando para uns e outros.
Eu estou na fila, esperando com as velas infladas que muitas coisas se resolvam na minha vida.
Enquanto o vento não vem, sopro eu mesma... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

P.S.1: para não dizer que não falei de flores: que tristeza pior a cada dia, por conta do meu Rio de Janeiro...
P.S.2: essa cara nova ficou linda! :)

segunda-feira, setembro 25, 2006

Tempo

"Tempo e maré não esperam por ninguém, diz o ditado. Tempo não pode ser aumentado ou diminuído, ele é limitado. A direção, velocidade e passagem do tempo não podem ser controladas. Tempo não pode ser guardado, ele só pode ser usado. Tempo é precioso mas perecível e irreversível. Tempo é um recurso crítico e não-renovável. Assim como o capital, o tempo é um bem a ser investido. Com essa consciência, deveríamos usar o tempo de forma valiosa e mudar de escravos para mestres do tempo."

BK Surendran, The wealth of breath, time and thoughts. The World Renewal, April, 2000


Meu tempo anda pouco demais pra isso aqui. Ou isso aqui não é mais prioridade no meu tempo... Quando der, eu apareço.

quinta-feira, agosto 24, 2006

Zona de Conforto

Recebi isso hoje e resolvi deixar aqui, para não esquecer.

FUGINDO DA ZONA DE CONFORTO (Texto de Nélio DaSilva)

É melhor errar do lado do risco do que do lado da precaução. (Alvin
Toffler)

Um dos maiores inimigos da significativa realização é o conforto.

As pessoas estão tão preocupadas com a sua zona de conforto a ponto de não estarem dispostas a fazer aquilo que é necessário para serem bem sucedidas.

Ter que se defrontar com certas pessoas, aprender uma nova habilidade, apresentar as suas idéias, assumir riscos, trabalhar duro – tudo isto – é muito desconfortável, porém, absolutamente necessário na caminhada para uma vida bem sucedida.

Você tem que decidir se deseja uma vida de conforto ou uma vida de realizações.

Você pode ter qualquer coisa, fazer qualquer coisa, e ser aquilo que deseja ser, se simplesmente estiver disposto a dar um passo para fora da sua zona de conforto e tomar as decisões que, necessariamente, devem ser tomadas.

Dê uma boa examinada nas coisas que você faz todos os dias e pergunte a você mesmo por que é que está fazendo essas coisas.

Você as faz porque é familiar, confortável e por que oferecem segurança?

Você, porventura, se encontra ansioso em sair da sua aconchegante zona de conforto?

Porventura tem você evitado fazer certas coisas porque isso pode lhe causar um certo desconforto?

Não permita que você venha ficar muito confortável.

Um curto período de desconforto é muito melhor do que uma vida inteira de olhar desolador ao passado.


quinta-feira, agosto 17, 2006

Porque eu (ainda!) gosto do Rio

Sem ordem de preferência...

Mate Leão. Com limão, óbvio.
Lapa
Praia de Ipanema
Sorvetes do Mil Frutas
Vista do Pão de Açúcar
Nascer do sol no Arpoador (puxa, preciso ver isso de novo...)
Por do Sol em Ipanema
Aquela reta do Aterro que desemboca numa curva bem em frente ao Pão de Açúcar
Shows de graça (já vi muitos, hoje em dia está meio impraticável, infelizmente)
Cinemas cada dia melhores
Caminhadas na Lagoa
A visão da Lagoa saindo do Rebouças...
Ver o Cristo de um bando de lugares
Caldo de camarão com gengibre do Belmonte
Botequim Informal
Caipiroska de uva com manjericão
Restaurantes, bares, cafés, bistrôs, todos transados, para todos os gostos.
O inverno não congela (aliás, tá quente pacas!)
Sucolé do Claudinho

E, para finalizar por enquanto - já que provavelmente essa lista não tem fim:
Banho de mar!

segunda-feira, julho 31, 2006

Pergunta inútil

O que é que ando fazendo do meu tempo, que ele parece tão escasso?
Acho que meu problema é falta de prioridades... ou será que é justamente a absoluta presença dela?
Hummmmmm, a se pensar! rsrsrs

(fim de domingo, frio pacas, eu baixando músicas e teimando em não largar esse computador)

quarta-feira, julho 12, 2006

Infinito Particular

Composição: Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown

Eis o melhor e o pior de mim

O meu termômetro, o meu quilate
Vem cara, me retrate

Não é impossível
Eu não sou difícil de ler

Faça sua parte

Eu sou daqui e não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim

Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Em alguns instantes

Sou pequenina e também gigante
Vem cara, se declara

O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder

Olha minha cara

É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo

A água é potável
Daqui você pode beber

Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

domingo, julho 09, 2006

Back to Business?

Quase dois meses sem computador em casa, e sem acesso a esse meu cantinho virtual.
Belo dia pra voltar, em que não tenho que aguentar Zidane campeão do mundo, nem se exibindo mais contra o Brasil. Só isso já fez meu domingo muito mais feliz!

De resto, muito a fazer e pouco tempo para escolher coisas belas a escrever por aqui.
Nem mesmo sei se a existência desse blog se justifica ainda...
Vamos deixar o tempo dizer o que virá.

Inté.

quarta-feira, maio 17, 2006

Schopenhauer

"Trabalho, aflição, esforço e necessidade constituem durante toda a vida a sorte da maioria das pessoas. Porém se todos os desejos, apenas originados, já estivessem resolvidos, o que preencheria então a vida humana, com que se gastaria o tempo?"

Um bom exercício de imaginação...

sábado, maio 06, 2006

Mais um dia de chuva

E eu agradeço por ter tempo pra descansar e dormir até tarde, depois de mais uma noite agradável com os amigos na Lapa.
Tempo pra vir aqui escrever sobre nada, pra gravar músicas, pra ler o jornal com toda a calma do mundo, pra lembrar da frase engraçada de ontem e rir sozinha, pra baixar os e-mails e conversar com os amigos, pra dar parabéns a quem faz aniversário, pra ter vergonha da bagunça do quarto e tantas outras coisas que um dia de sol acaba não permitindo.
Porque quando está sol eu quero sair, sentir o calor na pele, ir à praia, ver os amigos, refazer a energia do corpo ao mesmo tempo em que a gasto. Parece perda de tempo ficar em casa em um dia de sol.
Mas nunca é perda de tempo ficarmos a sós com nós mesmos, fazendo o que gostamos de fazer, curtindo cada pequeno momento em que algo nos dá prazer.
Num dia como esses, eu sinto vontade até de cozinhar. E quem me conhece sabe que isso é simplesmente insano! rsrsrs
Ah! Viver é bom! Sentir saudades também...

sábado, abril 22, 2006

O que eu queria

Ah, eu queria falar sobre tantas coisas...
Sobre a voz linda da Madeleine Peiroux. Sobre o último filme que vi no cinema, Manuale D'Amore, muito simples, divertido e - por que não? - real. Sobre o CD Timeless, do Sergio Mendes, que baixei da internet.
Sobre o ma-ra-vi-lho-so restaurante que fui ontem em Santa Teresa e recomendo para a humanidade, o Espírito Santa.
Sobre o dia lindo que fez hoje e a praia nova que conheci, além dos limites do meu fôlego.
Sobre como é fantástico ser turista na sua própria cidade.

Sobre como é chato ter um joelho bichado e não cuidar dele.

Mas tô tão cansada... que não vou falar nada.
Bons sonhos!

segunda-feira, abril 17, 2006

É ridículo, eu sei...

Mas num dia como hoje, tem que ser isso! Minha canção favorita do Jack, atualmente...

Banana Pancakes

You hardly even notice
When I try to show you this
Song it’s meant to keep you
From doing what you’re supposed to
Like waking up too early
Maybe we could sleep in
I’ll make you banana pancakes

Pretend like it’s the weekend now
And we could pretend it all the time
Can’t you see that it’s just raining
There ain’t no need to go outside

But just maybe, hala ka ukulele
Mama made a baby
I really don’t mind the practice
Because you’re my little lady
Lady, lady love me
Because I love to lay here lazy
We could close the curtains

Pretend like there’s no world outside
And we could pretend it all the time
Can’t you see that it’s just raining
There ain’t no need to go outside

Ain’t no need, ain’t no need
Can’t you see, can’t you see
Rain all day and I don’t mind

Telephone singing, ringing, it’s too early
Don’t pick it up
We don’t need to
We got everything we need right here
And everything we need is enough
It’s just so easy
When the whole world fits inside of your arms
Do we really need to pay attention to the alarm
Wake up slow, wake up slow

But baby, you hardly even notice
When I try to show you this
Song it’s meant to keep you
From doing what you’re supposed to
Like waking up too early
Maybe we could sleep in
I’ll make you banana pancakes

Pretend like it’s the weekend now
And we could pretend it all the time
Can’t you see that it’s just raining
There ain’t no need to go outside

Ain’t no need, ain’t no need
Rain all day and I really really really don’t mind
Can’t you see, can’t you see
We’ve got to wake up slow

E olha que eu nem gosto de banana! ********

sábado, abril 15, 2006

FM Marisa

Sempre Marisa...essa é do cd Infinito Particular, um dos dois novíssimos dela.
Eu dedico esta música à minha prima Ana McGraw. Feliz Aniversário adiantado, prima querida!


Gerânios
Marisa Monte, Nando Reis, Jennifer Gomes

Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente

Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda

Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana
Fala inglês e canta em inglês
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus
E lava os cabelos com shampoos diferentes

Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga

Tem computador e rede, rede para dois
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs
Vai ao teatro, mas prefere cinema

Sabe espantar o tédio
Cortar cabelo e nadar no mar
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda


Não saia daí! Depois do intervalo, Sergio Mendes e Madeleine Peiroux.

domingo, abril 09, 2006

Dois dias de alegria

Sábado:
Bonecas Russas - continuação do filme "Albergue Espanhol". O primeiro é sempre melhor, não é essa a regra? Serve aqui também. Se no primeiro tivemos Barcelona, desta vez Paris e Londres são os planos de fundo. Todos os personagens do primeiro filme aparecem, mas a maioria em uma pequeniníssima participação. E o filme bate o tempo todo na velha tecla: como fazer para encontrar o amor, aquele único que vale a pena? quando o encontraremos? por que eu não o encontro?
Sim, eu gostei do filme. Mas confesso que esse assunto já me cansou... (já bastam meus próprios pensamentos!)

Jack Johnson na Apoteose: tirando o absurdo do aperto na entrada - porque esse povo que faz eventos não sabe pensar, não entendo isso - o show foi irretocável. Bom, muito bom. Cheio de fãs fiéis que sabiam cantar as músicas de cor. Clima de paz, relax, gostoso como o próprio som feito pelo Jack Johnson. Que canta descalço. E é um fofo. Tá bom assim?

Hoje: Botafogo campeão. Eu fui ao Maracanã. Ah! Precisa mais? Acho que não. :)


quarta-feira, abril 05, 2006

Piegas? Pode ser.

Mas a verdade é que às vezes a gente não enxerga tudo de bom que temos.

OS OLHOS DE QUEM VÊ

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:

- E aí, filhão, como foi a viagem para você?
- Muito boa, papai.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai ! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão paupérrimo?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, mpurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão,
pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres !

MORAL DA HISTÓRIA:
Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... você tem tudo ...



domingo, abril 02, 2006

Margaridas nas estrelas

Existem vários tipos de pessoas:

As que conseguem ver margaridas nas estrelas - as sonhadoras;
As que acreditam ver margaridas nas estrelas - as sensíveis;
As que não sabem que podem ver margaridas nas estrelas - as tristes;
As que não acreditam ver margaridas nas estrelas - as céticas;

As que sabem que não podem ver margaridas nas estrelas - as realistas;
As que não conseguem ver margaridas nas estrelas - as infelizes.