domingo, agosto 26, 2007

Calmaria?

Ao que parece está tudo calmo e estabilizado. Casa quase arrumada, namoro, emprego, vida que segue. Tudo em ordem.
Será que é isso mesmo?

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Estava lendo a matéria sobre o arquiteto que mora numa casa em que tudo é aproveitado e que produz lixo zero em Ubatuba. E tem uma ecovila com o mesmo propósito. Que admiração eu tenho pelas pessoas que realmente fazem acontecer! A reportagem está na Revista O Globo deste domingo.
Fico pensando nisso, morar mais perto da natureza, ter menos coisas, precisar de menos coisas, viver um outro tipo de vida. Mas cadê a coragem para largar tudo?

Dá pra começar com pouco, no entanto. Ele mesmo diz, na reportagem, que desistiu de salvar o mundo e começou pela própria casa. É o que devemos fazer: começar a melhorar o mundo pelas nossas próprias vidas. Quando penso na quantidade de tralhas que acumulo e que vieram na mudança aqui pra casa... quanto disso já não poderia ter tido outro destino?

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Hoje é domingo e o dia está lindo. E isso não é jeito decente de voltar a esse blog...

quinta-feira, julho 26, 2007

Dia dos Pais com prêmios no TeleListas,net

O TeleListas.net lançou um hotsite especial para o Dia dos Pais, e está dando prêmios da Victor Hugo.
Até o dia 10 de agosto, quem acessar o
www.TeleListas.net vai experimentar a sensação de completar um álbum de figurinhas criado para exaltar as qualidades deste homem tão especial na vida de cada um e ainda concorrer a prêmios.

O objetivo é despertar nos usuários do site lembranças da infância, das atividades entre pais e filhos e principalmente resgatar a fase em que se fazia de tudo para preencher um álbum, onde cada figurinha era um verdadeiro troféu. Só que dessa vez a figurinha premiada não é aquela que dava a bola de futebol tão sonhada na infância, mas sim o link para concorrer a produtos da Victor Hugo para o Dia dos Pais.


Ao entrar no hotsite o visitante é apresentado ao álbum fechado e a algumas figurinhas do lado de fora. Clicando na parte inferior ou superior do álbum, é possível virar as páginas e ver as figurinhas. Cada uma delas representa uma situação que caracteriza a figura paterna. Quando clicada, a figurinha se expande e sugere um presente ou uma comemoração para tornar a data mais especial, com dicas de produtos e serviços disponíveis no portal TeleListas.net.
Toda a ação foi desenvolvida para que o usuário tenha a idéia de estar completando o álbum, já que haverá figurinhas espalhadas do lado de fora e nas peças de divulgação, como o banner e e-mail marketing.


Para participar da promoção do Dia dos Pais e concorrer a produtos da Victor Hugo basta completar a frase “Ser pai é ...”. As três melhores frases serão premiadas com uma Pasta, uma Carteira e um Cinto, para primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente. Para isto, basta clicar na figurinha premiada e seguir as instruções de rotina para a participação nas promoções do portal TeleListas.net. A promoção vai até o dia 10 de agosto e a divulgação do resultado acontecerá dia 13, na segunda-feira posterior ao domingo do Dia dos Pais.

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Quem já não saiu por aí pedindo aos pais para comprar pacotes de figurinhas em bancas diferentes, para trocar repetidas com amigos com filhos, tudo para conseguir completar um álbum na infância? Aliás, soube de muito marmanjo fazendo isso na última Copa do Mundo...rs
É uma lembrança muito boa, sem dúvida.

I'll be back

A dona deste blog tirou férias e se mudou, razão pela qual há dois meses não aparece um post por aqui.
Estou sem computador e isso ainda deve demorar um pouquinho. Mas voltarei. Hoje é apenas uma edição extraordinária e minimamente informativa! :)

segunda-feira, maio 21, 2007

Fim de festa

Ok, as férias acabaram. Estou de volta de 13 dias em Amsterdã e Paris. Vários problemas, alguns estresses, muita chuva e algum frio, mala ainda perdida no caminho, mas foi simplesmente o máximo. Viajar é o máximo, ver novos lugares, pessoas, cidades, culturas, hábitos diferentes é tudo de bom. Embora voltar pra casa também o seja. Com uma pessoa cheia de saudades te esperando, melhor ainda.
É, eu estou feliz. Embora amanhã tenha que voltar ao trabalho.


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Minha vida é cheia de ciclos de 10 anos. Tive as minhas duas grandes decepções amorosas na vida com um intervalo de dez anos (bom, acho que se apenas de dez em dez anos me aparecer um canalha na vida, tá bom. tem gente que tem um pra cada ano...). Voltei à Europa depois de dez anos. Recomecei do zero a minha vida duas vezes, dez anos entre elas. E vou ter uma casa de novo também depois de dez anos... Acho que ando precisando diminuir estes ciclos. Exceto pelo canalha, é claro! rsrsrs

sábado, maio 05, 2007

Pensamento à toa

Atos, passos, surpresas, destinos (há sempre mais de um):
o bonde da vida está sempre passando; agarre-se no estribo.

quinta-feira, maio 03, 2007

Xtrex

Caramba, minha fase baiana passou muito rápido. Como pode alguém de férias estar estressado? Tanta coisa pra pensar, fazer, cuidar, planejar, tanto dinheiro indo embora ao mesmo tempo, e eu ansiosa, nervosa, preocupada e montes de coisas mais. Os dias estão passando e não estou curtindo nada. É bem verdade que quando as férias acabarem estarei feliz e com mudança pela frente. E mudanças sempre me animam!
Sem contar que a viagem, quando finalmente acontecer, será fantástica. Disso tenho certeza, apesar de todo o medo de chegar sozinha em um país estranho, sem nenhum conhecido. Sei que me viro, mas ainda assim... o friozinho aperta na barriga.
Nunca é tarde para realizar nossos sonhos, não é mesmo? Mesmo que aos poucos, pingadinho, devagarinho.
Como diz uma frase que gosto, "there's no giant step that does it. it's a lot of little steps".
Putz, mas como cansa! :P

quarta-feira, abril 25, 2007

Férias!

Comecei minhas férias caindo direto no show do Keane, no dia 20. Maravilhoso! Fãs entusiasmados, banda estupefata com o entusiasmo dos fãs, boa energia rolando. E um "*Hall" (creio que esse troço ainda vai mudar de nome n vezes, de acordo com o patrocinador) cheio na medida certa para ficar animado e vazio na medida certa pra dançar com espaço!
A palavra é PERFEITO. Amei!

E, para melhorar ainda mais, sábado fui pros braços do meu amor... ô delícia! Depois de quase um mês, a saudade era imensa.

Fomos para Mangue Seco, um desses lugares pequenos no meio do nada, bonitos por natureza. Dois dias de havaianas, short, areia, praia e frutos do mar. Chaaaaaaaaaaaaaaaato...
Há quem colecione países visitados. Eu coleciono estados do Brasil. Agora já posso riscar mais um: já fui a Sergipe. Estão faltando Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Roraima, Rondonia e o Acre. Acho que vou dispensar os 3 últimos, mas nos outros ainda pisarei um dia!

À bientôt!

sexta-feira, abril 13, 2007

O que faz você feliz?

A lua, a praia, o mar,
Uma rua, passear
Um doce, uma dança, um beijo
Ou goiabada com queijo?

Afinal, o que faz você feliz?

Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade…
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?

Dormir na rede, matar a sede, ler…
Ou viver um romance?

O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, um parque, um chafariz...
Ou será um choro que te faz feliz?

A pausa pra pensar,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O céu, o sol, um som
A pessoa ou o lugar?

Agora me diz
O que faz você feliz?


Crédito: propaganda da P.A. Publicidade para o Grupo Pão de Açúcar. Voz de Arnaldo Antunes. Veja no You Tube: www.youtube.com/watch?v=JoYT8TH_ckY

quinta-feira, abril 12, 2007

Nada a ver, tudo a ver

E, comprovando que o futebol é o ópio do povo, eu estou feliz porque o meu ma-ra-vi-lho-so Botafogo está na final da Taça Rio, depois de um jogaço ontem contra o Vasco, cheio de sofrimento do primeiro ao último minuto (aliás, aposto que todos os Botafoguenses amaram o jogo. jogo fácil, pra botafoguense, não tem graça).

Pra melhorar ainda mais, nada de gol mil do marrentinho carioca. É isso aí, peixe! Não foi no Botafogo - de novo! :)

A que ponto chegamos?

Ontem saiu na coluna Gente Boa um desabafo do Eduardo Moscovis, ator carioca, sobre a invasão dos paparazzi em sua vida. Um desabafo lúcido, coerente, justo, e eu acrescento por conta própria: cheio de razão. Seguem alguns trechos.

“Esse é um documento-desabafo, um pedido de ajuda, uma denúncia e/ou simplesmente, um relato. Não quero parecer egoísta nem alheio a nossa crítica realidade, por isso peço que sejam tolerantes se acharem que o que me angustia é pouco ou de menor relevância diante das barbaridades, injustiças e impunidades.

Necessito compartilhar esse momento publicamente. Aliás, é sobre esse termo e suas várias interpretações que gostaria de discutir: o que é ser público? Aparecer em milhões de aparelhos de TV me torna pessoa reconhecida publicamente, mas o que isso quer dizer exatamente? Que devo acatar qualquer tipo de abordagem, educada ou não, a qualquer momento? Como devo agir quando percebo estar na mira de celulares com câmeras de altíssimo alcance e refinamento tecnológico?

“Tu não é público? Paga esse preço”, costumo ouvir. (...) Mas, as revistas especializadas oferecem um cachê (ou seria uma recompensa?) caso você, “mortal comum” ao se deparar com um desses que são públicos, bata uma foto. Essas revistas estimulam um comportamento furtivo, invasivo e desrespeitoso, incitando os leitores a serem paparazzi, também. Como distinguir quem é o fã?

(...) Há pouco mais de um mês, fui interceptado pelo meu vizinho dos fundos. Ele me contou ter sido abordado por fotógrafos, que lhe ofereceram dinheiro para deixar que fotografassem o quarto das minhas filhas e do bebê que vai nascer. Semana passada, a mãe de uma atriz e uma diretora de teatro, também vizinhas, me disseram ter recebido a mesma oferta de ‘fotógrafos especializados’.

(...) Devo ainda fechar as cortinas e viver enclausurado porque pode ser que haja em algum apartamento próximo alguém empenhado em expor minha família? Dentro da minha casa? Podem me fotografar com minhas filhas em qualquer lugar, sem a minha autorização? Podem mostrar o rosto delas? Mesmo menores? EU sou a celebridade e não elas.

Porque, quando sai a foto de um ser humano de 16 anos que arrastou um anjo inofensivo por 7 km, o rosto dele é desfocado? Qual é a lógica? Querem preservar esse (e tantos outros) assassino? E minhas filhas? Quem preserva?

(...) Aproveito para agradecer aos vizinhos que me alertaram e peço aos outros que não cedam a esse assédio desqualificado e desonroso. Que nós consigamos nos manter a parte disso tudo. (...) Independente de QUEM somos.

Com esse penúltimo parágrafo, então, concordo em gênero, número e grau. Não entendo porque assassinos, estupradores, criminosos, maiores ou menores de idade, saem em reportagens com camisa na cabeça, tarja nos olhos, rosto desfocado. Para protegê-los ? Ok, até concordo, se não foram julgados, não podem ser discriminados ou maltratados antes de terem provada a culpa. Mas quem nos protege? Quem nos protege se esses indivíduos são mesmo culpados, saem logo livres ou nem mesmo são presos graças a parcialidade, a inoperância e a lerdeza da nossa justiça? A quem devemos evitar, se as pessoas não tem rosto?

Ao mesmo tempo, um rosto de bebê, de criança, de filha ou filho pode ser exposto por aí, devassado, massacrado, usado para vender revistas e todo mundo acha isso normal? Bom, há a velha desculpa, a indústria não se faz sozinha, se há quem vende é porque há quem compra.

Mas onde ficam os direitos das pessoas no meio disso tudo? Não está certo o Eduardo Moscovis, em querer - e ter o direito - de ter privacidade dentro da sua própria casa?

Em épocas de Daniellas, Suzanas Vieiras, BBBs, às vezes não sei pra onde olhar. Onde foi que paramos de nos preocupar com o que é realmente importante e começamos a dar tanta importância ao inútil?

Em que ponto da linha do tempo a violência entrou nas nossas vidas de uma tal forma que nos acostumamos com ela? Quando foi que todo jogador de futebol começou a achar que podia reclamar de qualquer marcação de juiz? Quando foi que jovens começaram a tranquilamente planejar crimes e vender drogas pela internet? Quando foi os menores de 18 passaram a ir pra noite cada vez mais cedo, encher a cara por aí, e os pais acharem tudo normal? Quando foi que passamos a trocar de caminho, ao voltar pra casa, para evitar um determinado sinal? Quando foi que as pessoas passaram a achar graça em assistir a vida de pessoas confinadas, tramando o tempo todo umas contra as outras?

Sim, eu sou tão culpada quanto qualquer um por aí, porque não tomo nenhuma atitude a respeito. Aliás, não faço a mínima idéia de qual atitude tomar. Mas eu não consigo achar normal. Ah, isso não. Eu não consigo me adaptar a esse mundo novo.

Talvez eu esteja apenas ficando velha. Velha o suficiente apenas para me perguntar "A que ponto chegamos?" e não fazer mais nada. Mas alguém fez essa estrada cruzar o meu caminho; não é nela que estou andando, e não é por ela que vou seguir. Isso, sem dúvida alguma.

sábado, abril 07, 2007

Pior sensação do mundo

Atualmente eu teria que votar na impotência. Querer muito alguma coisa e não poder fazer acontecer. Não poder nem mesmo dar um passo - por menor que seja - em relação a um determinado objetivo. Simplesmente ter pés e mãos amarrados e aceitar que não há nada a ser feito.
Sensação bem ruim.
Boa para se lembrar quando realmente podemos fazer algum movimento por alguém, por uma causa, por um objetivo. Se a gente pode - e quando pode - por que muitas vezes não faz?

segunda-feira, abril 02, 2007

Que assim seja!

"Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, mas a falta de habilidade para tolerar. Quanto mais forte você é, menos você será perturbado por adversidades ou oposição. Assim como o oceano absorve tudo que vem até ele, aquele que é forte aceita tranqüilamente os altos e baixos da vida. É dito que os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios. Da mesma forma, violência é o instrumento daqueles que estão vazios internamente. Aqueles que absorveram a essência da espiritualidade nunca usarão a violência, porque eles sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força."


Falta o autor. Quem sabe eu consigo descobrir qq dia...

terça-feira, março 27, 2007

Tergiversando após a Alma Imoral

Se está errado
Ou certo
Não importa.

Há sempre dois lados
Na conversa
E uma só saída.

Pegue sua placa
E me siga.


p.s. A Alma Imoral. Peça de Clarice Niskier sobre livro do rabino Nilton Bonder, de mesmo nome. Vi a peça. Não li o livro. Mas recomendo os dois.
p.s.2: tergiversação é fazer rodeios, usar evasivas, e não fazer versos evasivos sobre alguma coisa...rsrsrs (just in case eu tenha suscitado alguma má interpretação).

domingo, março 25, 2007

A troco de nada?

Quantas vezes a gente acredita em algo, acredita que a nossa vontade, o nosso bom humor, os nossos pensamentos positivos vão dar em alguma coisa e, no fim, nada acontece nessa direção?

Acho que já perdi a conta de quantas vezes meu esforço deu em nada. Mas, afinal de contas, o que seria da vida humana, se a cada vez a gente não voltasse a acreditar? Como se nada tivesse dado errado antes, com a mesma fé no que é possível ou impossível, estamos sempre apostando as fichas no que é imprevisível, certos de que a nossa alegria, a nossa crença, a nossa motivação e a nossa coragem virarão o jogo a nosso favor.

Se vai acontecer ou não, nunca sabemos ao certo. Mas quem prefere esperar a derrota em vez da vitória, a cada batalha perdida, deve ter muitas dificuldades pra ser feliz ao longo da vida, creio eu.
Eu penso que não vale desperdiçar os momentos de alegria e fé com pessimismo e amargura, não vale deixar correr soltos aqueles pensamentos soturnos que de vez em quando aparecem no fundo da mente. Simplesmente não vale.

A vida é um jogo aberto, onde tudo pode acontecer. Estar aberto para isso é a parte importante da história. Trabalhar o que vem, curtir, aprender com isso, é o que podemos fazer. E, em última instância (eu diria) é o que é, na verdade, viver.

A word is dead
When it is said,
Some say.

I say
It just begins to live
That day.

Emily Dickinson


segunda-feira, março 12, 2007

Observação inútil

Incrível como com amor a nossa vida fica sempre bem mais feliz, né? Apesar de todo o stress...

terça-feira, março 06, 2007

Faxina

Sabe que adorei a faxina aqui do blog? Até me animou a passar por aqui de novo. Estou lambendo a cria.
De vez em quando é bom dar uma renovada. Dá um fôlego novo, uma motivação que vem não-sei-de-onde.
Eu agora ando fazendo propaganda do trabalho. Não só por ser meu ganha-pão, mas por acreditar no que faço.
Quem quiser conhecer, basta clicar em www.telelistas.net e descobrir que tem gente que faz um site cheio de coisas úteis e boas. Informações sobre empresas e pessoas de todo Brasil, mapas, busca de cep, promoções. A gente trabalha tanto e vê que as pessoas conhecem tão pouco... só por isso estou usando este espaço pessoal para fazer um pouquinho de propaganda.
Afinal, o que eu faço também faz parte do que eu sou.

Ou não?

Poeira

Nossa, quanta poeira neste blog!
Fuuuuuuuuuuuuu! Fuuuuuuuuuuuu! (isso sou eu soprando)
Hoje é um dia em que precisava vir até aqui ver como andavam as coisas. Está tudo quieto, quente, abafado, como se o vento da mudança estivesse pra soprar a qualquer minuto.
Na verdade, ele já andou soprando para uns e outros.
Eu estou na fila, esperando com as velas infladas que muitas coisas se resolvam na minha vida.
Enquanto o vento não vem, sopro eu mesma... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

P.S.1: para não dizer que não falei de flores: que tristeza pior a cada dia, por conta do meu Rio de Janeiro...
P.S.2: essa cara nova ficou linda! :)

segunda-feira, setembro 25, 2006

Tempo

"Tempo e maré não esperam por ninguém, diz o ditado. Tempo não pode ser aumentado ou diminuído, ele é limitado. A direção, velocidade e passagem do tempo não podem ser controladas. Tempo não pode ser guardado, ele só pode ser usado. Tempo é precioso mas perecível e irreversível. Tempo é um recurso crítico e não-renovável. Assim como o capital, o tempo é um bem a ser investido. Com essa consciência, deveríamos usar o tempo de forma valiosa e mudar de escravos para mestres do tempo."

BK Surendran, The wealth of breath, time and thoughts. The World Renewal, April, 2000


Meu tempo anda pouco demais pra isso aqui. Ou isso aqui não é mais prioridade no meu tempo... Quando der, eu apareço.

quinta-feira, agosto 24, 2006

Zona de Conforto

Recebi isso hoje e resolvi deixar aqui, para não esquecer.

FUGINDO DA ZONA DE CONFORTO (Texto de Nélio DaSilva)

É melhor errar do lado do risco do que do lado da precaução. (Alvin
Toffler)

Um dos maiores inimigos da significativa realização é o conforto.

As pessoas estão tão preocupadas com a sua zona de conforto a ponto de não estarem dispostas a fazer aquilo que é necessário para serem bem sucedidas.

Ter que se defrontar com certas pessoas, aprender uma nova habilidade, apresentar as suas idéias, assumir riscos, trabalhar duro – tudo isto – é muito desconfortável, porém, absolutamente necessário na caminhada para uma vida bem sucedida.

Você tem que decidir se deseja uma vida de conforto ou uma vida de realizações.

Você pode ter qualquer coisa, fazer qualquer coisa, e ser aquilo que deseja ser, se simplesmente estiver disposto a dar um passo para fora da sua zona de conforto e tomar as decisões que, necessariamente, devem ser tomadas.

Dê uma boa examinada nas coisas que você faz todos os dias e pergunte a você mesmo por que é que está fazendo essas coisas.

Você as faz porque é familiar, confortável e por que oferecem segurança?

Você, porventura, se encontra ansioso em sair da sua aconchegante zona de conforto?

Porventura tem você evitado fazer certas coisas porque isso pode lhe causar um certo desconforto?

Não permita que você venha ficar muito confortável.

Um curto período de desconforto é muito melhor do que uma vida inteira de olhar desolador ao passado.


quinta-feira, agosto 17, 2006

Porque eu (ainda!) gosto do Rio

Sem ordem de preferência...

Mate Leão. Com limão, óbvio.
Lapa
Praia de Ipanema
Sorvetes do Mil Frutas
Vista do Pão de Açúcar
Nascer do sol no Arpoador (puxa, preciso ver isso de novo...)
Por do Sol em Ipanema
Aquela reta do Aterro que desemboca numa curva bem em frente ao Pão de Açúcar
Shows de graça (já vi muitos, hoje em dia está meio impraticável, infelizmente)
Cinemas cada dia melhores
Caminhadas na Lagoa
A visão da Lagoa saindo do Rebouças...
Ver o Cristo de um bando de lugares
Caldo de camarão com gengibre do Belmonte
Botequim Informal
Caipiroska de uva com manjericão
Restaurantes, bares, cafés, bistrôs, todos transados, para todos os gostos.
O inverno não congela (aliás, tá quente pacas!)
Sucolé do Claudinho

E, para finalizar por enquanto - já que provavelmente essa lista não tem fim:
Banho de mar!