Fim de festa
É, eu estou feliz. Embora amanhã tenha que voltar ao trabalho.
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Uma carta sobre a outra. Um trabalho de construção. Um leve vento e... começar tudo de novo. Porque na vida é preciso ter persistência e esperança.
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Marisa Lemos
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7:15 PM
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Atos, passos, surpresas, destinos (há sempre mais de um):
o bonde da vida está sempre passando; agarre-se no estribo.
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Marisa Lemos
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11:58 AM
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Caramba, minha fase baiana passou muito rápido. Como pode alguém de férias estar estressado? Tanta coisa pra pensar, fazer, cuidar, planejar, tanto dinheiro indo embora ao mesmo tempo, e eu ansiosa, nervosa, preocupada e montes de coisas mais. Os dias estão passando e não estou curtindo nada. É bem verdade que quando as férias acabarem estarei feliz e com mudança pela frente. E mudanças sempre me animam!
Sem contar que a viagem, quando finalmente acontecer, será fantástica. Disso tenho certeza, apesar de todo o medo de chegar sozinha em um país estranho, sem nenhum conhecido. Sei que me viro, mas ainda assim... o friozinho aperta na barriga.
Nunca é tarde para realizar nossos sonhos, não é mesmo? Mesmo que aos poucos, pingadinho, devagarinho.
Como diz uma frase que gosto, "there's no giant step that does it. it's a lot of little steps".
Putz, mas como cansa! :P
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Marisa Lemos
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9:26 PM
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Comecei minhas férias caindo direto no show do Keane, no dia 20. Maravilhoso! Fãs entusiasmados, banda estupefata com o entusiasmo dos fãs, boa energia rolando. E um "*Hall" (creio que esse troço ainda vai mudar de nome n vezes, de acordo com o patrocinador) cheio na medida certa para ficar animado e vazio na medida certa pra dançar com espaço!
A palavra é PERFEITO. Amei!
E, para melhorar ainda mais, sábado fui pros braços do meu amor... ô delícia! Depois de quase um mês, a saudade era imensa.
Fomos para Mangue Seco, um desses lugares pequenos no meio do nada, bonitos por natureza. Dois dias de havaianas, short, areia, praia e frutos do mar. Chaaaaaaaaaaaaaaaato...
Há quem colecione países visitados. Eu coleciono estados do Brasil. Agora já posso riscar mais um: já fui a Sergipe. Estão faltando Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Roraima, Rondonia e o Acre. Acho que vou dispensar os 3 últimos, mas nos outros ainda pisarei um dia!
À bientôt!
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Marisa Lemos
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6:29 PM
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A lua, a praia, o mar,
Uma rua, passear
Um doce, uma dança, um beijo
Ou goiabada com queijo?
Afinal, o que faz você feliz?
Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade…
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?
Dormir na rede, matar a sede, ler…
Ou viver um romance?
O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, um parque, um chafariz...
Ou será um choro que te faz feliz?
A pausa pra pensar,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O céu, o sol, um som
A pessoa ou o lugar?
Agora me diz
O que faz você feliz?
Crédito: propaganda da P.A. Publicidade para o Grupo Pão de Açúcar. Voz de Arnaldo Antunes. Veja no You Tube: www.youtube.com/watch?v=JoYT8TH_ckY
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Marisa Lemos
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6:46 PM
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E, comprovando que o futebol é o ópio do povo, eu estou feliz porque o meu ma-ra-vi-lho-so Botafogo está na final da Taça Rio, depois de um jogaço ontem contra o Vasco, cheio de sofrimento do primeiro ao último minuto (aliás, aposto que todos os Botafoguenses amaram o jogo. jogo fácil, pra botafoguense, não tem graça).
Pra melhorar ainda mais, nada de gol mil do marrentinho carioca. É isso aí, peixe! Não foi no Botafogo - de novo! :)
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Marisa Lemos
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10:45 PM
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Ontem saiu na coluna Gente Boa um desabafo do Eduardo Moscovis, ator carioca, sobre a invasão dos paparazzi em sua vida. Um desabafo lúcido, coerente, justo, e eu acrescento por conta própria: cheio de razão. Seguem alguns trechos.
“Esse é um documento-desabafo, um pedido de ajuda, uma denúncia e/ou simplesmente, um relato. Não quero parecer egoísta nem alheio a nossa crítica realidade, por isso peço que sejam tolerantes se acharem que o que me angustia é pouco ou de menor relevância diante das barbaridades, injustiças e impunidades.
Necessito compartilhar esse momento publicamente. Aliás, é sobre esse termo e suas várias interpretações que gostaria de discutir: o que é ser público? Aparecer em milhões de aparelhos de TV me torna pessoa reconhecida publicamente, mas o que isso quer dizer exatamente? Que devo acatar qualquer tipo de abordagem, educada ou não, a qualquer momento? Como devo agir quando percebo estar na mira de celulares com câmeras de altíssimo alcance e refinamento tecnológico?
“Tu não é público? Paga esse preço”, costumo ouvir. (...) Mas, as revistas especializadas oferecem um cachê (ou seria uma recompensa?) caso você, “mortal comum” ao se deparar com um desses que são públicos, bata uma foto. Essas revistas estimulam um comportamento furtivo, invasivo e desrespeitoso, incitando os leitores a serem paparazzi, também. Como distinguir quem é o fã?
(...) Há pouco mais de um mês, fui interceptado pelo meu vizinho dos fundos. Ele me contou ter sido abordado por fotógrafos, que lhe ofereceram dinheiro para deixar que fotografassem o quarto das minhas filhas e do bebê que vai nascer. Semana passada, a mãe de uma atriz e uma diretora de teatro, também vizinhas, me disseram ter recebido a mesma oferta de ‘fotógrafos especializados’.
(...) Devo ainda fechar as cortinas e viver enclausurado porque pode ser que haja em algum apartamento próximo alguém empenhado em expor minha família? Dentro da minha casa? Podem me fotografar com minhas filhas em qualquer lugar, sem a minha autorização? Podem mostrar o rosto delas? Mesmo menores? EU sou a celebridade e não elas.
Porque, quando sai a foto de um ser humano de 16 anos que arrastou um anjo inofensivo por
(...) Aproveito para agradecer aos vizinhos que me alertaram e peço aos outros que não cedam a esse assédio desqualificado e desonroso. Que nós consigamos nos manter a parte disso tudo. (...) Independente de QUEM somos.
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Marisa Lemos
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10:17 PM
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Marcadores: pensamentos, violência
Atualmente eu teria que votar na impotência. Querer muito alguma coisa e não poder fazer acontecer. Não poder nem mesmo dar um passo - por menor que seja - em relação a um determinado objetivo. Simplesmente ter pés e mãos amarrados e aceitar que não há nada a ser feito.
Sensação bem ruim.
Boa para se lembrar quando realmente podemos fazer algum movimento por alguém, por uma causa, por um objetivo. Se a gente pode - e quando pode - por que muitas vezes não faz?
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Marisa Lemos
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3:33 PM
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"Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, mas a falta de habilidade para tolerar. Quanto mais forte você é, menos você será perturbado por adversidades ou oposição. Assim como o oceano absorve tudo que vem até ele, aquele que é forte aceita tranqüilamente os altos e baixos da vida. É dito que os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios. Da mesma forma, violência é o instrumento daqueles que estão vazios internamente. Aqueles que absorveram a essência da espiritualidade nunca usarão a violência, porque eles sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força."
Falta o autor. Quem sabe eu consigo descobrir qq dia...
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Marisa Lemos
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10:33 PM
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Se está errado
Ou certo
Não importa.
Há sempre dois lados
Na conversa
E uma só saída.
Pegue sua placa
E me siga.
p.s. A Alma Imoral. Peça de Clarice Niskier sobre livro do rabino Nilton Bonder, de mesmo nome. Vi a peça. Não li o livro. Mas recomendo os dois.
p.s.2: tergiversação é fazer rodeios, usar evasivas, e não fazer versos evasivos sobre alguma coisa...rsrsrs (just in case eu tenha suscitado alguma má interpretação).
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Marisa Lemos
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10:10 PM
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Marcadores: alma imoral, livros, poesia
Quantas vezes a gente acredita em algo, acredita que a nossa vontade, o nosso bom humor, os nossos pensamentos positivos vão dar em alguma coisa e, no fim, nada acontece nessa direção?
Acho que já perdi a conta de quantas vezes meu esforço deu em nada. Mas, afinal de contas, o que seria da vida humana, se a cada vez a gente não voltasse a acreditar? Como se nada tivesse dado errado antes, com a mesma fé no que é possível ou impossível, estamos sempre apostando as fichas no que é imprevisível, certos de que a nossa alegria, a nossa crença, a nossa motivação e a nossa coragem virarão o jogo a nosso favor.
Se vai acontecer ou não, nunca sabemos ao certo. Mas quem prefere esperar a derrota em vez da vitória, a cada batalha perdida, deve ter muitas dificuldades pra ser feliz ao longo da vida, creio eu.
Eu penso que não vale desperdiçar os momentos de alegria e fé com pessimismo e amargura, não vale deixar correr soltos aqueles pensamentos soturnos que de vez em quando aparecem no fundo da mente. Simplesmente não vale.
A vida é um jogo aberto, onde tudo pode acontecer. Estar aberto para isso é a parte importante da história. Trabalhar o que vem, curtir, aprender com isso, é o que podemos fazer. E, em última instância (eu diria) é o que é, na verdade, viver.
A word is dead
When it is said,
Some say.
I say
It just begins to live
That day.
Emily Dickinson
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Marisa Lemos
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11:17 PM
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Marcadores: Emily Dickinson, pensamentos, possibilidades
Incrível como com amor a nossa vida fica sempre bem mais feliz, né? Apesar de todo o stress...
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Marisa Lemos
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10:44 PM
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Marcadores: amor, pensamentos
Sabe que adorei a faxina aqui do blog? Até me animou a passar por aqui de novo. Estou lambendo a cria.
De vez em quando é bom dar uma renovada. Dá um fôlego novo, uma motivação que vem não-sei-de-onde.
Eu agora ando fazendo propaganda do trabalho. Não só por ser meu ganha-pão, mas por acreditar no que faço.
Quem quiser conhecer, basta clicar em www.telelistas.net e descobrir que tem gente que faz um site cheio de coisas úteis e boas. Informações sobre empresas e pessoas de todo Brasil, mapas, busca de cep, promoções. A gente trabalha tanto e vê que as pessoas conhecem tão pouco... só por isso estou usando este espaço pessoal para fazer um pouquinho de propaganda.
Afinal, o que eu faço também faz parte do que eu sou.
Ou não?
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Marisa Lemos
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11:32 PM
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Marcadores: empresas, telefones, telelistas, trabalho
Nossa, quanta poeira neste blog!
Fuuuuuuuuuuuuu! Fuuuuuuuuuuuu! (isso sou eu soprando)
Hoje é um dia em que precisava vir até aqui ver como andavam as coisas. Está tudo quieto, quente, abafado, como se o vento da mudança estivesse pra soprar a qualquer minuto.
Na verdade, ele já andou soprando para uns e outros.
Eu estou na fila, esperando com as velas infladas que muitas coisas se resolvam na minha vida.
Enquanto o vento não vem, sopro eu mesma... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu... fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
P.S.1: para não dizer que não falei de flores: que tristeza pior a cada dia, por conta do meu Rio de Janeiro...
P.S.2: essa cara nova ficou linda! :)
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Marisa Lemos
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12:10 AM
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Marcadores: mudanças
"Tempo e maré não esperam por ninguém, diz o ditado. Tempo não pode ser aumentado ou diminuído, ele é limitado. A direção, velocidade e passagem do tempo não podem ser controladas. Tempo não pode ser guardado, ele só pode ser usado. Tempo é precioso mas perecível e irreversível. Tempo é um recurso crítico e não-renovável. Assim como o capital, o tempo é um bem a ser investido. Com essa consciência, deveríamos usar o tempo de forma valiosa e mudar de escravos para mestres do tempo."
BK Surendran, The wealth of breath, time and thoughts. The World Renewal, April, 2000
Meu tempo anda pouco demais pra isso aqui. Ou isso aqui não é mais prioridade no meu tempo... Quando der, eu apareço.
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Marisa Lemos
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12:33 AM
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Marcadores: pensamentos, tempo
Recebi isso hoje e resolvi deixar aqui, para não esquecer.
FUGINDO DA ZONA DE CONFORTO (Texto de Nélio DaSilva)
É melhor errar do lado do risco do que do lado da precaução. (Alvin
Toffler)
Um dos maiores inimigos da significativa realização é o conforto.
As pessoas estão tão preocupadas com a sua zona de conforto a ponto de não estarem dispostas a fazer aquilo que é necessário para serem bem sucedidas.
Ter que se defrontar com certas pessoas, aprender uma nova habilidade, apresentar as suas idéias, assumir riscos, trabalhar duro – tudo isto – é muito desconfortável, porém, absolutamente necessário na caminhada para uma vida bem sucedida.
Você tem que decidir se deseja uma vida de conforto ou uma vida de realizações.
Você pode ter qualquer coisa, fazer qualquer coisa, e ser aquilo que deseja ser, se simplesmente estiver disposto a dar um passo para fora da sua zona de conforto e tomar as decisões que, necessariamente, devem ser tomadas.
Dê uma boa examinada nas coisas que você faz todos os dias e pergunte a você mesmo por que é que está fazendo essas coisas.
Você as faz porque é familiar, confortável e por que oferecem segurança?
Você, porventura, se encontra ansioso em sair da sua aconchegante zona de conforto?
Porventura tem você evitado fazer certas coisas porque isso pode lhe causar um certo desconforto?
Não permita que você venha ficar muito confortável.
Um curto período de desconforto é muito melhor do que uma vida inteira de olhar desolador ao passado.
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Marisa Lemos
às
8:50 PM
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Marcadores: mudanças, pensamentos
Sem ordem de preferência...
Mate Leão. Com limão, óbvio.
Lapa
Praia de Ipanema
Sorvetes do Mil Frutas
Vista do Pão de Açúcar
Nascer do sol no Arpoador (puxa, preciso ver isso de novo...)
Por do Sol em Ipanema
Aquela reta do Aterro que desemboca numa curva bem em frente ao Pão de Açúcar
Shows de graça (já vi muitos, hoje em dia está meio impraticável, infelizmente)
Cinemas cada dia melhores
Caminhadas na Lagoa
A visão da Lagoa saindo do Rebouças...
Ver o Cristo de um bando de lugares
Caldo de camarão com gengibre do Belmonte
Botequim Informal
Caipiroska de uva com manjericão
Restaurantes, bares, cafés, bistrôs, todos transados, para todos os gostos.
O inverno não congela (aliás, tá quente pacas!)
Sucolé do Claudinho
E, para finalizar por enquanto - já que provavelmente essa lista não tem fim:
Banho de mar!
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Marisa Lemos
às
9:52 PM
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Marcadores: predileções, rio
O que é que ando fazendo do meu tempo, que ele parece tão escasso?
Acho que meu problema é falta de prioridades... ou será que é justamente a absoluta presença dela?
Hummmmmm, a se pensar! rsrsrs
(fim de domingo, frio pacas, eu baixando músicas e teimando em não largar esse computador)
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Marisa Lemos
às
12:24 AM
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Composição: Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui e não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
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Marisa Lemos
às
8:35 PM
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Quase dois meses sem computador em casa, e sem acesso a esse meu cantinho virtual.
Belo dia pra voltar, em que não tenho que aguentar Zidane campeão do mundo, nem se exibindo mais contra o Brasil. Só isso já fez meu domingo muito mais feliz!
De resto, muito a fazer e pouco tempo para escolher coisas belas a escrever por aqui.
Nem mesmo sei se a existência desse blog se justifica ainda...
Vamos deixar o tempo dizer o que virá.
Inté.
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Marisa Lemos
às
9:29 PM
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