domingo, março 26, 2006

Batalha Naval e outros comentários

Esse dia chuvoso, domingo ainda por cima, além de me dar vontade de não colocar o nariz pra fora da porta, pasmem, me deu uma baita vontade de jogar Batalha Naval. Dois bloquinhos, caneta, submarinos, cruzadores e tiros n'água. E uma companhia, claro. Que não é o mais importante da vontade, mas que para torná-la realidade, é essencial. Fica pra próxima. :(

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Acabei de ler "O Manuscrito de Mediavilla", de Isaias Pessotti. Adorei o livro. É um mergulho em história dos Templários, monges, manuscritos, história medieval, pitadas de música clássica e culinária e até um pouco de romance. Um livro gostoso de ler, nada de grandes mistérios "à la" Dan Brown, mas uma história curiosa, que faz querer chegar ao final. Vale a pena.

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E, pra terminar, a frase que marcou minha semana:

"Hoje há uma ênfase excessiva nas ações como agente do nosso destino. Porém, esquecemos que somos a energia por trás da ação. Se estamos mal nutridos, as ações não são tão frutíferas quanto poderiam ser. Corremos atrás do tempo, mas o que precisamos na verdade é nos reconectar com nosso próprio centro de poder. Conectados a ele o tempo se tornará nosso servo. Tudo em nossa vida está absolutamente relacionado ao nosso estado interno. Quando criamos tempo para encontrar estabilidade, as situações se reconfiguram." Caroline Ward, As 7 chaves da transformação, Revista Confluência, Novembro/Dezembro, 2000



Nota para não esquecer: Mesmo que demoremos pra encontrar novamente estabilidade, ou estar de volta ao nosso "centro", este é sempre um tempo precioso. O conhecimento que ganhamos com isso nos acompanha pela vida inteira. E dá forças e direção para nos movermos ao encontro do que ainda podemos fazer na vida. Não vale a pena pensar no que passou e nesse tempo como "tempo perdido", um erro em que volta e meia caímos. Pra frente é que se anda.

segunda-feira, março 20, 2006

Que diferença faz uma estação!

Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono. Quando todos eles partiram, e retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...
O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas.
Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza de seu Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.
Persevere através dos caminhos difíceis e melhores tempos certamente virão de uma hora para a outra!!!
Não se esqueça:
Ciência é o conhecimento organizado;
Sabedoria é conhecimento aplicado a uma vida organizada...



Pra variar, não sei o autor! :(

sexta-feira, março 17, 2006

Abrindo espaço

Princípio do Vácuo
Autora: Lucia Bruno

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta? Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo? E dentro de você? Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso. É antiprosperidade. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida. É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha. É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja. Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem. Dê o que você não usa mais.Venda, troque, movimente e não acumule. Dê espaço para o novo. (não estamos falando do capitalismo consumista), mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata. A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida. Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência. É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades. Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
* primeira, você não confia no amanhã e,
* segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador. Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado. Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado. Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda. Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme!
Vamos lá... Mãos à obra!! Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!

Será que eu consigo?

domingo, março 12, 2006

Assunto repetido

Ninguém precisa ler, eu é que não posso deixar de guardar isso... tá na coluna da Martha Medeiros de hoje.

“Provavelmente só se separam os que levam a infecção do outro até aos limites da autenticidade, os que têm coragem de se olhar nos olhos e descobrir que o amor de ontem merece mais do que o conforto dos hábitos e o conformismo da complementaridade.”

“A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.”

Está no livro “Nas tuas mãos”, da portuguesa Inês Pedrosa.

Parece que ainda me importo muito com isso? Pode ser. Sempre que volto ao assunto por causa de alguém, revivo um pouco o meu passado e os meus sentimentos a respeito. O que não muda nada, mas sempre ajuda no aprendizado. Viver é isso.

segunda-feira, março 06, 2006

Por fora

Tenho estado tão por fora... passou o carnaval e não vi nenhum pedaço de desfile de escola de samba. Não li nada a respeito, também, o que é raro. Nos dias de carnaval, não fui a nenhum bloco. Não vi o resultado do desfile, que teve uma surpreendente Vila Isabel campeã.
Ontem pelo menos fui ao Monobloco, pra meia hora de carnaval. Cantei, pulei, suei, e foi ótimo. Meia hora de carnaval, foi o que tive esse ano. O resto foi praia, piscina, e relax. E foi fantástico! Melhor que isso, só se tivesse rolado uma viagem das boas. Sem engarrafamento. Para alguma pousadinha gostosa que eu pudesse pagar (tá, aí eu acordei).

Teve Oscar ontem e eu não fui ver nenhum dos concorrentes a melhor filme. Não sabia quem eram os indicados. Não tinha favoritos ou por quem torcer. Vi um pedaço só, e fui dormir. Coisa inimaginável há alguns anos atrás.

Caramba, que falta faz uma assinatura de jornal! Não adianta, não leio mais o jornal na internet. Mal tenho paciência pra ligar este computador, agora. Pouco entro no orkut e no msn. Estou por fora das programações, por sorte as pessoas me ligam. Não sei mais o que acontece na cidade, logo eu que era a fonte de informações culturais do povo.

E quer saber? Acho que tô preferindo assim... Acho que a gente padece nesses dias de overdose de informação. Estou meio desintoxicada disso, agora. Deixando a vida rolar na preguiça. Aaaaaaaaaaaah, que delícia... ;)

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Várias coisas

Show do U2: teria sido O show da minha vida, SE eu tivesse ido. Mas, mesmo na televisão, curti pacas. Me emocionei, cantei junto, aproveitei o quanto pude sozinha em casa - eu, a TV e o Bono.
Efeito pós-show e Katilces à parte, a sensação de que de vez em quando a gente deve ousar mais um pouco na vida.

Trabalho: aprendendo coisas novas, o que é sempre bom. Rindo bastante e tentando me divertir sempre. Quem não trabalha feliz é um condenado, e eu não quero me sentir assim, de jeito nenhum.

Futuro: não faço a menor idéia. Um grande sabor de incógnita no ar. Parece que tudo pode acontecer, em todas as áreas, embora também pareça que tudo pode ficar exatamente como está por muito tempo. Doido. Mas uma folha em branco é melhor que um papel todo preto.

Aniversário: tudo de bom, como sempre. Minha primeira crise de idade, bem comemorada e espantada com a maravilhosa presença dos amigos e da família. Me senti renovada e poderosa, foi uma noite realmente gostosa. Dei uma chutada na crise pra escanteio, mas de vez em quando ainda a ouço me sussurando coisas ao ouvido. Ugh. De qualquer forma, um novo ano começou pra mim, e eu farei dele o melhor possível.

Amor: bom, papai Noel não me ouviu, mas eu me esforço sem ele. Vamos ver no que dá.

Livros: li o Quase Tudo, da Danusa Leão, e gostei.

Carnaval: descanso, descanso, descanso. E, se Deus quiser, praia. É amanhã, ainda bem!
Have fun! :)

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Tirando a Poeira

Bom, reconheço, é pouquíssimo original voltar com uma letra de música. Mas eu tenho escutado Hopes and Fears direto, do Keane - http://www.keanemusic.com - e de repente me toquei que uma das letras que eu nem escutava direito falava de separação.
E tem tanta gente que passa ou passou por isso, por esse distanciamento que a gente nunca sabe quando começa, que eu achei que valia a pena guardá-la por aqui. A música é linda. O Keane é um grupo de letras bem melancólicas, mas é maravilhoso. O som, as letras, a melodia, tudo. Eu recomendo.

Your Eyes Open

Well it's a lonely road that you have chosen
Morning comes and you don't want to know me anymore
And it's a long time since your heart was frozen
Morning comes and you don't want to know me anymore

For a moment your eyes open and you know
All the things I ever wanted you to know
I don't know you and I don't want to
Till the moment your eyes open and you know

That it's a lonely place that you have run to
Morning comes and you don't want to know me anymore
And it's a lonely end that you will come to
Morning comes and you don't want to know me anymore

For a moment your eyes open and you know
All the things I ever wanted you to know
I don't know you and I don't want to
Till the moment your eyes open and you know

Em breve, novas emoções nesse pedaço de chão virtual... ;)

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Voltei

Muito em breve este pobre blog abandonado voltará a ser povoado por meus pensamentos opacos e coisas afins.
Tirei um merecido descanso, mas continuo precisando preservar a sanidade fazendo uso das palavras...
O aniversário tá chegando, ou seja: um novo ano de vida está começando. Como espero que este ano venha repleto de coisas boas, isso inclui estar mais presente em todas as minhas atividades, inclusive esta aqui.
Inté.

sábado, dezembro 31, 2005

De novo

E então um novo ano começa. E, de novo, estamos nós a pensar no que fizemos e deixamos de fazer. No que queremos e no que não queremos mais. Na esperança de dias melhores. Na tristeza de dias idos. Nas alegrias vividas.

Porquê todo ano é essa mesma coisa, esse balanço, não sei. Mas é meio inevitável, acaba fazendo parte da rotina de festas, comemorações, reecontros, encontros, comilanças e bebedeiras.

Todas as vezes, o que tento me lembrar e me deixar como mensagem é sempre a mesma coisa: viver um dia de cada vez, ser feliz agora e não num futuro distante, planejar sem me acorrentar, viver sem pensar no que ficou pra trás. Mas não é fácil levar isso a cabo, bem sei.

De qualquer forma, independente das datas festivas e do dia no calendário, a vida está aí nos pegando pelo pé toda hora, nos virando do avesso e nos surpreendendo de boas e más maneiras.
E o que temos dentro de nós, quem somos, como vivemos, quem temos ao nosso lado, é isso que faz a diferença.

Portanto, que 2006 traga a todos nós o prazer de viver segundo nossas próprias diretrizes e vontades. E que nos permita autenticidade, saúde e fôlego pra respirar. O que quisermos além disso, a gente faz. Ou não? ;)

quinta-feira, dezembro 15, 2005

A vida é você quem faz

(slogan da nova campanha da Coca Light)

Final de ano é uma época complicada, estou sempre cheia de compromissos, sempre ansiosa pra ver ou rever os amigos, sempre querendo comprar presentes de Natal (sim, eu adoro comprar presentes de Natal. não, eu não adoro shoppings, filas, engarrafamentos e gente demais na rua), sempre a fim de celebrar.
Pena que o corpo não consegue acompanhar os desejos da mente e do coração e eu acabo cansada e stressada de tanto cansaço. Meus sonhos se resumem a praias desertas, silêncio e paz.
Entre o Natal e o Ano Novo bem que eu podia pegar o carro e sumir por uns dois dias... mas, de novo, compromissos e vontades. Vontades de "tudo ao mesmo tempo agora". E estou velha pra isso. Definitivamente.
Aliás, não sei o que faço na frente deste computador quando já deveria estar estirada na cama, tal a dor no corpo e o peso nos olhos. E são 10 da noite! Sei que rolaria de um lado pro outro tentando dormir, e nada.
Estou tentando me sentir feliz. O fim de ano tem trazido boas novas, pra mim, pra amigos. Muitas coisas me fazem sentir bem. E estar com a família toda em casa no Natal é sempre algo que me anima, e pelo que anseio todo ano.
Mas esse cansaço... ah, cansaço...

Queria vir aqui e escrever algo bonito, inspirador. Mas nada me vem à cabeça e tenho preguiça de procurar por aí. De repente é melhor rolar um recesso de final de ano pra esse blog, sei lá. Ou então só volto quando tiver uma verdadeira mensagem de Natal para postar. O Natal merece bem mais que uma mente estafada como a minha. (mas esperançosa, confesso) :)

domingo, dezembro 11, 2005

Questão

Por que a gente tem sempre que ficar respondendo as mesmas perguntas?

(por enquanto é só, pessoal!)

quinta-feira, dezembro 01, 2005

Back to the Future

Pois é.
Tinha que voltar aqui pra deixar registrado o meu momento "de volta para o futuro". Voltar ao passado para um novo começo. Mesmo tentando não encarar minha contratação como uma volta ao passado, é meio complicado. Mesma empresa, mesmo endereço, mesmo andar, mesmo departamento, mesmos ascensoristas no prédio ("ih! legal, mudou o visual, é?"), bons e velhos amigos, mesmo crachá, provavelmente o mesmo velho e-mail de trabalho.
Em compensação, nova chefe, novos objetivos, novo ambiente, nova Marisa.
Sim, vou trabalhar. O que é por si só uma excelente notícia. Era o que eu vinha pedindo dia após dia nas minhas orações há tempos. Quando desisti e resolvi pedir um amor, o emprego veio! Weird! E dois de uma só vez!
Só pra que eu tivesse que, mais uma vez na vida, fazer uma escolha.
Já falei sobre isso n vezes, aqui mesmo em um ou dois posts. Quando faço minhas escolhas, caminho para elas de peito aberto, não olho para trás, e não me arrependo. É só assim que sei agir e não será diferente desta vez.
Mas não vou deixar de registrar que pela primeira vez na vida estou indo contra o meu coração. Não era isso que ele queria. Ele queria a aventura do novo, o desafio, a oportunidade de mudar de carreira, de começar do zero, de experimentar.

No entanto, as nossas escolhas devem ser feitas de acordo com as prioridades que temos na vida. Eu tenho as minhas, e preciso respeitá-las. De certa forma, é também meu coração quem me diz isso.
Claro, nenhum profissional de RH gostaria de ler isso. Mas se eu fosse depender deles... :P

Dito isso, apago a luz e não ouço mais os passos que ficaram pra trás no corredor. Espero, com toda a sinceridade, aprender algo mais na vida: que, como diz aquela frase do Chico Xavier, "embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

E como diria outro Chico, o Buarque: "pode ir armando o coreto e preparando o feijão preto, eu tô voltando..."

segunda-feira, novembro 28, 2005

Tô dizendo...

E não é que Papai Noel resolveu trabalhar mais cedo este ano?
Tudo bem, eu pedi um amor e ele me trouxe um emprego... No mínimo, não sabe ler!
Mas não estou reclamando não, juro, tá, Papai Noel? Tá bom assim, tá ótimo, valeu mesmo!

Isso ainda vai render um post mais caprichado. Afinal de contas, estou começando de novo, do mesmo ponto de partida. Que obviamente não é mais o mesmo. E eu também não sou. Ih, devaneios. Melhor deixar pra outro dia! rsrsrsrs

segunda-feira, novembro 21, 2005

Cartinha pro Papai Noel

Oi Papai Noel. Ontem eu tava ouvindo meu CD do J. Quest e a letra dessa música me chamou a atenção... Sabe, tem me feito falta ter alguém em quem pensar quando fecho os olhos. Então resolvi te mandar essa cartinha! Quem sabe você me dá de presente alguém com quem eu possa viver o que está escrito aqui?
Lê aí e se inspira, tá?
beijo!

Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos traduzidos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo

Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender

Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você eu tô tranquilo, tranquilo

Agora o que vamos fazer, eu também não sei
Afinal, será que amar é mesmo tudo?
Se isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender

Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você eu tô tranquilo, tranquilo

Agora o que vamos fazer, eu também não sei
Afinal, será que amar é mesmo tudo?
Se isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também

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Ah, você não acredita em Papai Noel? Pois é... nem eu!

quarta-feira, novembro 16, 2005

Paz

3 dias de paz, muito verde, sol e passarinhos cantando. Vacas, cavalos, coelhos, lagartos, insetos e até jacarés imaginários.
"Férias" assim sempre me tiram um pouco do mundo real, me remetem a um outro lugar qualquer a que sinto que pertenço, me renovam a fé, a alma, a saúde, sei lá mais o quê. E também, de uma certa forma, mudam meu ritmo totalmente.
Embora eu já esteja aqui de frente para o computador, há uma sensação de estranheza presente.
O que diacho isso significa? Não sei. Mas que o contato com a natureza sempre me deixa de alguma forma mais perto de Deus e com uma imensa sensação de paz, ah, isso deixa...

quarta-feira, novembro 09, 2005

Mudanças

Mais um texto sobre mudanças, antigo, sem autor, mas bom.
E eu continuo sem escrever aqui com a frequência que deveria... isso ainda vai ter que mudar! :)


PIPOCAS DA VIDA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor! Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que , assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus Talvez hoje você não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa... Mas tenha certeza que quanto mais quente o fogo, maIs rápido a pipoca estoura.

quarta-feira, outubro 19, 2005

Baccio

Já nem me lembrava que em cada baccio (que é um bombom italiano) vinha um papelzinho com frases sobre o amor, em sua maioria. Comi minha caixa inteira, li e reli todas as frases em várias línguas, mas fiquei só com uma:
"Un amico é come il sole: che tu lo veda o no, c'é sempre".
Ou seja: um amigo é como o sol: quer você o veja ou não, ele está sempre lá.

Ah, memórias, memórias... chuva sempre me deixa saudosa!

quinta-feira, outubro 13, 2005

Com saúde não se brinca

Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem a noite é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada.


Como bem disse minha prima, que me passou este e-mail: li, concordei e estou repassando.
Ando estressada demais, e se há algo que sei é que stress faz mal à saúde. Ainda bem que há textos como esse pra me lembrar que o bom da vida nem de longe é impossível, distante ou caro (e sempre há um supermercado perto pra comprar um pote tamanho extra-large de sorvete, também! )
Pra variar, mais um texto sem autoria. Acho isso um pecado!

segunda-feira, outubro 10, 2005

A superação de obstáculos

Nesse capítulo do "A Arte da Felicidade", o Dalai Lama diz:

"Se a situação ou problema for tal que possa ser resolvida, não há necessidade de preocupação. Por outro lado, se não houver saída, nenhuma solução, nenhuma possibilidade de equacionar o problema, também não fará sentido nos preocuparmos já que não podemos fazer nada a respeito mesmo."

Achei bom lembrar disso hoje. Não ando podendo perder tempo com preocupações inúteis. ;)

quarta-feira, outubro 05, 2005

Quantas vezes?

Outro daqueles textos que a gente recebe pela internet e guarda, porque é sempre bom reler...

QUANTAS VEZES?

Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que você não vê há muito tempo?
Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém que você gosta muito do seu lado?
Lembra quantas vezes você voltou naquele lugar aonde você começou uma das melhores fases da sua vida? (seja qual for a fase, namoro, amizade, trabalho...)
Você consegue contar nos dedos de uma só mão quantas vezes você brigou com amigos seus porque eles tentaram lhe fazer mudar de idéia e depois você descobriu que eles estavam certos?
Alguma vez você foi ajudado a se levantar pela pessoa que você achava que iria ficar mais feliz com sua derrota?
Quantas vezes você foi apresentado a alguém e não ficou cheio de esperanças?
Quantas vezes você olhou para uma pessoa nas ruas e pensou: Eu te conheço de algum lugar!?
Alguma vez você notou que alguém precisava de ajuda e simplesmente não fez nada e algum tempo depois quando você precisou aquela mesma pessoa te ajudou?
Quantas vezes você já abraçou seus amigos?
Alguma vez você pensou que estava no fundo do poço e achou uma sementinha de algo bom que você nunca teria encontrado se não tivesse ido tão fundo?
Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?
Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?
Quem sabe dizer quantas vezes você já se tornou frio, ou brigou com pessoas que não tinham nada a ver com seus problemas?
Você deve ter visto que aquele filme que vocês dois viram juntos no cinema, vai dar na TV. Lembrou de algo bom? Depois se gelou porque aquilo já acabou?
Não tem aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo que você fez enquanto ela tocava há alguns anos atrás?
Ou lembra alguém que você quer esquecer mas não consegue?
Tem alguém que você nunca viu pessoalmente, mas quer conhecer?
Você já sentiu vontade de chorar só de pensar em coisas que eram boas, mas que na época você não dava valor?
Quando você era criança provavelmente não gostava de alguma coisa que hoje em dia adora?
Se você soubesse que iria morrer daqui a 24 horas, o que você faria?
Pra quem você declararia amor? Quem você abraçaria?
Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?
Mas teve também aquele dia em tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo, né?
Alguém olhou nos seus olhos e você trancou a respiração mesmo sem sentir?
Algum dia você ajudou a consolar alguém que nem conhecia bem, (colega, conhecido, vizinho...) e hoje lembra que depois daquilo ficaram amigos?
Você já ajudou alguém e depois essa mesma pessoa te deu as costas?
Têm pessoas que você inventou apelidos carinhosos e que só você chama elas por eles?
Teve um dia há algum tempo que você acabou ficando com alguém apenas para não ficar sozinho?
Você já chorou porque lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?
Você já perdeu alguém que gostava muito?
Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?
Para essas perguntas existem muitas respostas... Mas o importante sobre elas não é a resposta em si, mas sim o sentimento.
A cada pergunta você lembrou de algo, de alguém, não foi?
Espero que essa lista o tenha ajudado a entender que todos nós erramos, julgamos mal, amamos, que todos um dia não tiveram coragem e hoje se arrependem, que todos já fizeram uma coisa quando o coração mandava fazer outra...